Nascido em Janeiro de 1975 na cidade de Santo André – SP, ainda criança entre 9 e 10 anos me mudei para Canoas – RS. Desde a infância a música sempre fez parte da minha vida, tios e primos possuíam uma quantidade imensa de discos de vinil e mantinham uma discoteca.

Entre 15 e 16 anos (1991 aproximadamente) adolescente embalado por Guns’n’Roses e toda cia que eles tinham na época, tive primeiro contato com um violão de um amigo. Foi paixão a primeira vista.

Como a grande maioria em uma época sem internet, a moda era aprender com as “revistinhas” de cifras. Porém chegou o momento que um professor passou a ser necessário.

Por dois anos, estudei em uma escola de música onde participei da primeira banda, tocando Beatles, de posse da primeira guitarra, inclusive. Como tinha amigos que tocavam em bandas, principalmente no clássico Gully’s, conheci meu colega Sandro que estava precisando de um guitarrista para sua banda. Entrei para a Adelia-H onde toquei por vários anos covers de rock nacional, dividindo palco com bandas como Bidê ou Balde, Cidadão Quem entre outras.

Sempre através dos amigos de banda e shows por aí, fui participando de várias outras bandas. Após um pequeno tempo afastado, em contato novamente com Sandro, montamos a Murders, banda de cover de Iron Maiden que contribui muito para melhorar na guitarra. A Murders passou, outras bandas vieram, Mahktub, Optácios Caos, Zorky, Banco de Dados, EngHaw até que entrei para a Parlophone B7, banda cover de Beatles. No meio de uma época da maré baixa de shows da Parlophone B7, surgiu a oportunidade de montar uma banda com amigos da antiga banda Mahktub, a Driade. Nela conheci o Silmar Campos (baterista). Quando integrantes da banda, por motivos profissionais, tiveram que se mudar do RS, a banda resolveu entrar em um hiato.

Após retorno dos integrantes para o RS, com várias mudanças nas vidas dos membros, a Driade acabou de vez. Foi então que, junto com Silmar e o baixista (Beto), montamos a Songbox, um power trio que toca covers nacionais e internacionais.

Devido a compartilharmos palcos de shows, fazermos um pequeno projeto para vídeos (Homeband – Silmar, Thiago e eu) na pandemia e também por termos o baterista em comum, conheci a CSU e sou o mais novo membro.

O convite veio através do próprio Silmar, pois a banda estava precisando de um guitarrista. O que me atraiu na CSU, além do ótimo clima de amizade e companheirismo entre os integrantes, foram as músicas próprias. Desde minha segunda banda, Adelia-H não participava de uma banda com som próprio e de qualidade. Estou muito contente.

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